Publicado por: Evaldo Oliveira | Agosto 28, 2014

COCHILO

Sexta-feira de clima agradável. Almoço, vinho branco, gols da rodada. Viagem. Tudo no minuto de um…

 

COCHILO

No olhar do papa-figo, o medo

Na inselença, a esperança que anima

Na serração, o terror na noite escura

Um barulho no escuro, respingos da infância

O buzuoco que passa, Bíblia na mão

O vento que vem da várzea, salitre

O barulho do cata-vento

O manguezal que protege

O homem que destrói

A Procissão dos Navegantes

A canoa no rio

A barcaça no mar, velas ao vento

Lembranças

–     –     –

Serração com s

Buzuoco: os primeiros protestantes da minha cidade, nas décadas de 1940/50.


Responses

  1. Querido poeta, talvez não alcance a profundeza de tua poesia, mas ela encanta, sensibiliza a alma. Lembra-me Carlos Drummond de Andrade e nos reporta às boas lembranças… Um abraço.


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